No CAPITULO 1º quando conheci o Sr. Júnior iniciamos uma boa amizade com ele explicando como me tornar um "Cuckold" e minha esposa uma "Hotwife"
Ele sorriu e pediu:
— Então diga: Você quer ser corno?
Respondi no embalo do tesão que sim e excitado só dele pedir pra responder:
— Quero. Quero sim.
— Repete pra mim e que fique bem claro.
— Eu quero, quero muito ser Cuckold.
Só de falar aquilo para um homem negro quase desconhecido já me excitava.
— Já que você quer, então só irei chamá-lo de corno manso para acostumar e saber da sua qualidade.
Meu pau estava bem duro e "Sr Júnior" ficou mais interessado se levanta da mesa e me chama:
“- Corno, venha comigo até o banheiro, quero te mostrar uma coisa!
Nessa hora olhei em volta das mesas do hotel e fiquei um pouco com vergonha de alguém ouvir aquele convite pois estava já saindo um pouco dos limites quando Sr. Junior fica de pé e diz novamente:
“- Vem corno, não vai te custar nada, venha dar uma olhada ?!”.
Eu fiquei pensando que aquilo não fazia sentido e era humilhante já que meu objetivo era tão somente conversar sobre Cuckold e de conhecê-lo, mas ele queria me mostrar o quê? Não fazia sentido, afinal já havia visto "Sr. Júnior" se masturbar no Skype e continuava:
“- Levanta rápido corno, vem!” Insistiu novamente e levantei-me logo em seguida indo atrás dele, e vi ele entrando no banheiro masculino do hotel e assim que entramos não havia ninguém e Sr. Junior deu uma risada fechando a porta e voltando-se para mim, sem a menor cerimonia retirando seu imenso pau preto da cueca branca e exibindo aos meus olhos.

Pude notar que era bem maior que pela webcam. Mais longo, grosso, cheio de veias que ele puxava para baixo como não estava totalmente duro, ainda meia bomba, olhava pra mim a com a piroca que devia medir uns 24 cm, mas a grossura era bem chamativa.
Sr Junior começou a bater uma punheta e expor a cabeça gorda arregaçando o prepúcio e botando a cabeça pra fora e perguntava:
“- Gostou corno? Já tinha visto no Skype né ? agora tô mostrando pessoalmente pra vê que não sou fake ?”
Eu apenas continuava olhando meio aterrorizado pela ousadia de estar ali dentro no banheiro e nem sabia o que responder e passa a punhetá-lo e pensava em sair dali e parar aquela situação mas não conseguia deixar de olhar fixamente para o membro.
Nunca tive qualquer tipo de atração por homens, mas "Sr. Júnior" mostrava seu poder de dominação sobre mim quando segura minha mão e dá a seguinte ordem:
-Corno, você tem a mão fina... pega aqui vai... Fui sendo conduzido até tocar a mão sobre o pau preto e era estranho, sentir pulsando e com o rosto virado para outro lado, olhando a porta de entrada do banheiro com receio de alguém entrar e ver, quando Sr Junior fala:
-Bate corno... bate filho da puta... bate pra mim vai !!!
E em desespero tentei argumentá-lo achava muita loucura aquilo tudo, mas tbm não estava cometendo nenhum crime, certo e disse-lhe: - Senhor Júnior, não acredito que me trouxe aqui dentro pra isso?!!! Sou casado e vim falar de minha esposa pra inicia-la .
– Sim Corno Manso, serei o dono de vocês e hoje é seu primeiro dia ... pega e bate uma punheta pra mim vai... !
Engoli seco e respondi todo envergonhado:
- "Senhor Junior mas é minha esposa que terá que aprender isso e fazer suas vontades não eu ...ela vai adorar e precisa ser mais ousada...
" - Hummmm..gostei corno. Então bate ... e vai falando dela ... quero ver se você está preparado para ser amansado!?"

Dizia isso enquanto alisava seu imenso pau preto envergonhado com sua ousadia dominante e nem sabia como reagir.
– Vamos corno! – insistiu ele sorrindo. É assim que as coisas vão ser daqui pra frente...
Eu ainda estava com aquele conflito interno, daquela luta que nem sabia porque existia. Eu não queria, o que eu fazia ali? Estava de frente para outro homem negro, segurando seu membro preto e grosso como meu antebraço, com uma cabeçona quase do tamanho de um tomate e senti se aproximar de mim próximo ao meu rosto e dizendo:
-Olha como eu tô com tesão corno. Olha o pau duro de macho na sua esposinha Puta!
Foi a primeira vez que ouvi alguém chamá-la de puta e confesso que adorei ouvir e foi se aproximando lentamente a glande cabeçuda que escorria um liquido e ele dizendo:
–Corno, coloque meu pau na boca e mame vai!... chupa corno...
E não teve jeito, botei aquela cabeça da piroca pra fora e já fui sentindo o forte odor de piroca suada e aquela cabeça brilhosa molhada na minhas mão. Não excitei e comecei um boquete bem gostoso pra ele. Minha língua aproveitou cada cm daquele pau. Gosto forte assim como o cheiro.
Enquanto chupava, ele me xingava, fazendo sentir o liquido saindo da glande e escorrer para dentro da minha boca.
–Assim mesmo , corno manso! Tá vendo como você é bom nisso? Chupa vai que tá vindo leite de negro pra você engolir tudo!
Eu fiz que "não" com a cabeça no instante que a cabeça estava entre meus lábios e ele reprimiu:
–"filho da Puta ! mama vai... engole caralho"
O tom de voz ameaçador dele aumentava enquanto sentia um tesão que nunca imaginei que fosse capaz de sentir fazendo sexo oral em um homem...uma humilhação excitante.

De repente, nem sei descrever como foi, mas uma explosão veio e sinto algo quente e pegajoso sendo ejaculado dentro da minha boca e desce pela garganta. Ouço Sr. Junior uivar enlouquecido de tesão...e rosnava feito animal... gozava jatos contínuos de esperma e parecia não ter fim me humilhando e dizendo :
. – Engole tudo Corno Manso filho da puta!

- Isso corno... assim...vou de dar leite de macho ...engole tudo!
E vou engolindo aquela quantidade espessa de esperma e ele continuava falando:
- Então a partir de agora, você será corno manso tomador de leite de negão e vai fazer Skype para nossa Piranha!
Me levantei e fui lavar na pia do banheiro e Sr. Júnior passou seu número do celular para não perdemos mais contato já marcando um novo encontro, desta vez para levar minha esposa.
Naquela noite, voltava pra casa excitadíssimo o tempo todo. Meu pau não amolecia e pensava como seria dali pra frente depois de ter chupado outro homem. Quando recebo uma mensagem no celular dele escrita:
“Corno, que delícia sua mamada, parece profissional. Faça o Skype dela pois quero teclar com sua esposa pois será minha escrava e futuramente minha putinha.
Quando cheguei em casa falei com a Paula a respeito do Skype e ela ficou logo interessada. Ela me perguntou se eu achava bom ela teclar e dei força, pois seria uma oportunidade para conhecer algo excitante e ela ficou toda satisfeita com a liberdade, pois eu havia conseguido algo que ela queria muito.
Sinceramente, eu me sentia confuso às vezes. Imaginava que ela gostava e queria isso, mas havia um lado dela que não queria e achava errado e prejudicaria nosso casamento.
* * *
Cheguei em casa com aquele cheiro característico no meu hálito que exalava da minha boca. Minha esposa imediatamente aproximou-se de mim e obviamente sentiu aquele "odor" forte e característico de esperma e me beijou e perguntando curiosa:
- E aí amor, como foi o encontro... me conta vai ? Que cheiro é estranho da sua boca, amor ?
Ela toda curiosa queria saber detalhes, mas eu estava com vergonha... mas comentei que havia encontrado com aquele homem do anuncio e que era realmente negro e me incentivava a ser corno manso ou Cuckold; que seriamos submissos; que tinha vários amigos e nisso, minha esposa tentava me acalmar dizendo que talvez essa era uma forma de abordagem para me intimidar para se impor e mostrar uma dominação.
E quando ela falava, recebo uma mensagem no WhatsApp dele, escrito:
"- Corno Manso, vou usar sua esposa na próxima semana. Eu quero vê-la. Leve pra mim!?"
Parei de falar e mostrei a mensagem a ela que diz :
– Eu quero-o, amor...que delicia à amor... Hummmmm...
Escutar aquilo me fazia ficar ainda mais louco e não conseguia mais reverter aquela situação, perdendo totalmente o controle e sua vontade começou a aumentar querendo experimentar a ser puta de outro homem.
E após ter conhecido o Sr. Junior achei mais combustível para realizar nossas fantasias e o fato de querer ser um Cuckold e dela uma Hotwife foi decisivo para quebrar a falsa imagem tímida e recatada que ela tinha.
Agora já não estava apenas fantasiando mas aquele desejo proibido estava aos poucos se tornando real.
E pensava na loucura que estaria fazendo em oferecer minha esposa tímida e de família sendo uma perversão sem volta de fazermos algo diferente.
A oportunidade batia em nossa porta e o desejo de ser Cuckold aumentava a cada dia e no dia seguinte quando liguei da rua para minha esposa e ela nada de atender e depois mais tarde mandei uma mensagem de WhatsApp e só assim ela respondeu dizendo que estava deitada no sofá com muito tesão.

Começamos a conversar e ela dizia que havia teclando com vários homens na Internet. Levei um susto e fiquei louco respondendo que aquilo não era coisa de mulher casada fazer , mas Paula me respondeu com a voz excitante: "... esposa certinha eu era antes ...mas agora quero ser puta..." Ficamos falando besteiras uma para o outro e aquilo me deu um tesão louco, um calafrio, misturado com desejos insanos e fiquei pensando que havia despertado nela algo proibido e quando recebo outra mensagem dela no WhatsApp descrito:
“Amor ...estou agora na cama ... com muitooooo tesão...

Meu coração quase pulou pela boca de tanta agonia, instintivamente mandei outra msg: “"Tuc" meu amor, que tesão... ! ”…Estava desesperado, minha cabeça rodava…e recebo outra resposta dela escrita assim:

“Presta atenção ! Você desejando e agora eu quero ser puta... tá?!”. aproveitei para dizer que quando estivesse sozinha usasse apenas roupas bem curtas que mostrasse seu corpo e para minha surpresa, ela respondeu que não conseguia parar de pensar em fazer de "corno manso".
Quando terminei de ler fiquei tão excitado sem condições mentais de permanecer trabalhando e retornei imediatamente para casa..
No caminho fiquei imaginando tudo do Skype e um tesão incontrolável aumentou ainda mais meus desejos e queria saber tudo.
Ao chegar em casa, entrei sem fazer barulho. A porta estava destrancada - entrei pelos fundos e tudo estava muito tranquilo e imaginei que Paula já estivesse dormindo e fui entrando devagar, de pé em pé, quando ouço vozes oriundas do meu quarto.
* * *
Até que no outro dia resolvemos ir em um churrasco de amigos em um sitio próximo de nossa região.
Nos arrumávamos e vi Paula colocando um shortinho branco super sensual e uma blusinha vermelha...ela ficou linda!

O shortinho era tão pequeno e apertadíssimo que moldava sua bundinha redondinha e ficou absurdamente arrebitada. Fiquei excitado vendo daquele jeito e sinto um tesão descomunal com a possibilidade de outras pessoas contemplarem seu corpo que era só meu. Só quem curte isso sabe o tesão que é.
Fomos à festa e felizmente o ambiente era bom, mais espaçoso do que pensei, gente simpática. Moças bonitas e dentre elas, minha mulher Paula, estava um tesão, tem o tipo de coxas e quadril que assentam de forma muito sensual naquele shortinho que lhe conferiam a mais jovial das mulheres casadas. Quem não a conhece de perto, certamente a enxerga como uma menina incapaz de dar respostas adultas. Possuidora de um humor simples e mordaz, e vivacidade quando entusiasmada.
Pessoa de fácil trato? Não, ela não é.
Nisso, todos ficaram nos olhando quando passado algum tempo, chegou um homem negro, forte de uns 50 anos ou mais, bem sorridente, enquanto conversava com outras pessoas , ele olhava bem para minha esposa e logo a cumprimentou e ela ficou visivelmente feliz em revê-lo e me disse que ele era um velho conhecido de sua família que não se viam a tempos e que trabalhou na obra de sua casa, em uma construção, quando ainda era uma criança. Disse-me ainda, que meus sogros gostavam muito dele que devido a obra, teve que morar por uns tempos dentro da obra e que era muito simpático, se chamava Sr. Geraldo. Ele não tirava os olhos de minha esposa admirando-a no seu lindo shortinho que chamava a atenção.
Sr. Geraldo era um homem nisso ela nos apresentou (esse aqui é o Marcelo meu marido).
Aquele homem o logo disse ( nossa como essa menina cresceu hein ?quando há vi pela última vez era uma menininha pequena e magrinha, agora está muito linda ).
Nisso a festa foi acontecendo e com o passar do tempo Sr. Geraldo não tirava os olhos da Paula, minha esposa, o homem era uma tarado de primeira.
Notava olhares descarados dele até que se aproximou e olhou nos olhos dela e sorriu, vi isso de longe, e mais uma vez isso me deu uma mistura de raiva e tesão.
Notava que ele devorava minha esposa com os olhos e não sei por que aquilo me excitava tanto. Se ela teve alguma coisa não deixava transparecer. Ela nunca me deu motivo para desconfiar de sua fidelidade. Por ser de uma família humilde, íntegra e muito religiosa , minha esposa é um pouco recatada e sempre foi muito caseira e nem cogitei que aquele ogro, maduro e negro, o tal Sr. Geraldão, pudesse ter alguma chance ou intimidades com ela ...Inexplicavelmente ficava excitado observando a situação e a troca de olhares disfarçados entre os dois.
Mantive as coisas como se não me preocupasse, fingindo não reparar nada, embora aos poucos percebia que em algum momento, ela olhava pra ele, toda manhosa e prestativa com ele com sua cara de safado sobre ela que e não tem como nenhum homem ficar louco. Isso me deu uma raiva na hora, vontade de ir embora, mas era um sentimento estranho, foi ai que tive uma ideia. Deixei ela conversando com ele sozinha, enquanto conversamos sobre a pandemia. Só de perceber aquilo, vendo minha esposa naqueles trajes sensuais me sentia excitado e ao mesmo tempo meio enciumado com aquele homem olhando sorridente pra ela e admirando-a o tempo todo.
Peguei leve na bebida, Após gastar mais de hora conversando com o pai e o tio da do casal anfitrião, saio à procura da minha esposa e tenho dificuldade para encontrá-la. Passo algum tempo conversando e cumprimentando outros colegas, até vê-la de papo com Sr. Geraldão. Fui ao seu encontro e me decepcionei logo que notei o sorriso daquele rostinho...
Fiquei ali e permaneci cinco ou dez minutos na companhia deles, logo me retirei e voltei pro outro lado do sitio, achei melhor gastar o tempo batendo papo com aqueles senhores. Quando recobrava o ânimo, rindo das piadas um tanto aumentadas pelo efeito da caipirinha na cachola saí procurando minha esposa.
Novamente foi difícil encontrá-la, até porque era muita gente De relance, avistei uma figura semelhante a sua e com isso fui me esgueriando entre os corpos unidos em comemoração, até alcançá-la e puxando-a, lasquei um abraço. Só ouvi gargalhadas...não era ela!
E felizmente não era uma mulher casada, ufa. Acabei por abraçar todos os outros no bolo de gente, tiramos fotos, e voltei à procura de Paula. Rondei a casa e, nada. Decidi verificar nosso carro, vai que ficou irritada com algo – ela andava esquisita – e partiu. Não a encontrei no carro, mas finalmente a vi escorada ...só que precisei me conter: ao lado dela vi Sr. Geraldo aos beijos, fingindo não ter dado conta que a alça do seu vestido havia caído. não estava prensada ou sendo beijada mas as mãos dele envolviam a cintura dela e aos poucos a forçavam de encontro ao que seria seu pau duro. Impossível não ficar de barraca armada apertando as ancas da minha mulher.
Eu quis pagar pra ver o que aconteceria. E "aconteceu" que após instantes ela cedeu e os dois se beijaram. Paula baixou a guarda e o beijo foi pra valer, eu pude notar que afastou as pernas de maneira a "sentir" o cara, ou seja, Paula também estava tarada por ele. Depois do choque e do medo de ser corno, minha mente voltou a firmar no momento e decidi que acabaria com aquilo correndo o risco do escarcéu...mas, abortei a ideia: Ela subitamente desengatou do beijo e dos braços daquele homem, deu o que parece ter sido uma resposta rápida – que não pude ouvir – e abandonou a cena a passos largos. O homem permaneceu, e Rapidamente a encontrei na sala da casa, próxima aos donos da festa, distribuindo beijos e abraços no pessoal e pelo visto se despedindo: "Ahh...mas está cedo ainda!" era o que mais ouvi na medida que fui encostando. Paula tocou o meu braço, sem olhar diretamente para mim Dá um beijão no seu marido, ô megera!" ouvimos em coro. Realmente era no mínimo estranho um casal não demonstrar a mesma afeição dispensada a todos...ainda mais Paula tentou se esquivar e sabia bem o porquê, e gelei pois há alguns minutos outro cara sacudiu e salivou na sua boca. Mas não teve jeito...nos beijamos. E Paula pediu para partirmos, mais do que na hora.
A volta para casa foi um dos atos mais estranhos que já fiz na companhia dela. Posso afirmar que se eu não soubesse do ocorrido, passaria o trajeto todo perguntando o que aconteceu, ou se estava bem. A maior parte do tempo calados, com uma e outra intervenção da parte dela sobre a festa e as pessoas que encontramos, obviamente sem mencionar o Sr. Geraldo.
Chegamos em casa e ela rumou pro quarto, eu segui. Não fez objeção a minha presença, parecendo que não havia o que temer ou esconder de mim, e foi jogando as roupas no cesto até ir de à cozinha alegando que tomaria uma aspirina: "Não quero sequer correr o risco de acordar mal, de ressaca!" como se ela fosse grande bebedora.
Retornou enrolada na toalha e foi tomar banho. Eu gastei um tempo deitado na cama, apenas pensando na vida, vendo Júlia sair e vestir uma roupa de dormir, caindo na cama e cerrando os olhos sem delongas. Quando finalmente fui me ajeitar, olhei para o cesto de roupas e me dei conta: o sutiã sem alça, branco, que ela comprou especialmente para combinar com a roupa da virada não estava ali! Xeretei o banheiro, desci à sala, abri com cuidado o guardar roupa e, nada!
Suspeitando que ela o tivesse perdido com "certas pessoas", fui à lavanderia procurar a pequena calcinha branca que pertencia ao conjunto, já que Júlia voltou ao quarto apenas de toalha. Olhei nos demais cestos, abri a máquina de lavar, e só fui achar a lingerie num pequeno balde...repousando de molho com os devidos produtos químicos. Por quê tamanha pressa em alvejar a roupa? O quê teria ali de tão pegajoso...a porra de um macho?
Não consegui dormir. A certeza na minha cabeça era a de que o beijo testemunhado e "interrompido" seria na verdade um mero beijo de despedida. Minha mulher teria consumado a foda com o cara na maldita pick-up antes de eu tê-la visto...eu só testemunhei a metade, como a maioria de todos os cornos.
Despertamos e fingi que estava tudo bem, e Paula parecia não estar fingindo absolutamente nada. Continuou com o seu jeito e a recente má vontade para lidar comigo e nossos assuntos.
Nisso fomos embora e chegando em casa radiante ela me disse que Fuscão havia se aproximado dela e num rápido momento, anotado seu WhatsApp.
Fomos pra sala quando no sofá começou a nos beijar e perguntando se havia gostado do que viu e lhe disse que sim, que havia adorado a situação de perigo.

-Quer saber como FUSCÃO é safado, amor?” .
Eu concordei com a cabeça e ela passou a confessar que ele não tirava os olhos dela porque tinha uma carinha de santinha ...
Nisso, fomos na casa de seus pais e vários familiares e amigos estavam no local ... entre eles seu cunhado Carlos que morou algum tempo na Europa, e que devido a pandemia do Corona vírus, regressou ao Brasil junto com toda a família. Ele era muito simpático, mulato, alto, não tirava os olhos de "Tuc" a admirando com seu lindo shortinho que chamava a atenção de todos ali.
Notava olhares descarados dele até que se aproximou e olhou nos olhos dela e sorriu, vi isso de longe, e mais uma vez isso me deu uma mistura de raiva e tesão.
Notava que ele devorava minha esposa com os olhos e não sei por que aquilo me excitava tanto. Se ela desconfiava de alguma coisa não deixava transparecer. Ela nunca me deu motivo para desconfiar de sua fidelidade. Por ser de uma família humilde, íntegra e muito religiosa , minha esposa é um pouco recatada e sempre foi muito caseira quase não saia de casa se não fosse comigo ou ir com frequência na casa dos pais. Mas naquela ocasião nem cogitei que seu cunhado, pudesse ter algum desejo ou intimidade com minha esposa...Inexplicavelmente ficava excitado com aquela situação vendo a troca de olhares disfarçados entre eles e ela se exibindo muito para ele.
Mantive as coisas como se não me preocupasse, fingindo não reparar nada, embora aos poucos percebia que em algum momento, ela olhava pra ele, toda manhosa e prestativa e ele com sua cara de safado sobre ela que e não tem como nenhum homem ficar louco. Isso me deu uma raiva na hora, vontade de ir embora, mas era um sentimento estranho, foi ai que tive uma ideia. Deixei ela conversando com ele sozinha, enquanto conversamos sobre a pandemia. Só de perceber aquilo, vendo minha esposa naqueles trajes sensuais me sentia excitado e ao mesmo tempo meio enciumado com seu cunhado olhando sorridente e admirando o tempo todo.
Nisso fomos embora e chegando em casa radiante ela me disse que Carlos havia se aproximado dela e num rápido momento, anotado seu WhatsApp.
Fomos pra sala quando no sofá começou a nos beijar e perguntando se havia gostado do que viu e lhe disse que sim, que havia adorado a situação de perigo.

-Quer saber como meu cunhado Carlos é safado, amor?” .
Eu concordei com a cabeça e ela passou a confessar que ele não tirava os olhos dela porque tinha uma carinha de santinha ...
Falando aquilo, fomos cama excitados.
Quem Aquilo foi o suficiente para ser nosso combustível para iniciarmos uma deliciosa transa e imaginávamos as cenas daquela menina frágil com carinha de anjinha linda com aos homens negro e sem acreditar...comecei a tocá-la, excitando-a. Eu sabia fazer isso muito bem. Quanto ela estava já molhadinha, e Paula me pergunta:
Naquela noite, antes de dormir, lembro de ficar pensando como seria vê-la com outro homem. Ela fazendo sexo com negros como vi a menina do filme e que me excitou muito e pensei muito em como ficaria nossa relação depois de uma aventura assim e se teria coragem de entregá-la.
* * *
* * *
Oi, gente sou a " Paula Tuc" esposa do Marcelo e passo agora a narrar como tudo aconteceu comigo e espero contribuir nos relatos onde mudaram a minha vidas e nossa relação.

Bem vamos lá:
Sou casada e meu marido já me descreveu para vocês. De fato, sou uma falsa magra de cintura fina e quadril largo, o que facilita ter um corpo atraente. Tenho os seios pequenos e durinhos, pele clara, olhos castanhos escuros, cabelos pretos lisos indo a altura do meu ombro - apesar de possuir um corpo e aparência mais jovial - tenho a bundinha redondinha e bem empinadinha daquelas que chamam a atenção dos homens.
Casada com o Marcelo que é um homem perfeito, bonito, carinhoso, bom de cama que de uns tempos pra cá, mudou nossa vida sensual para melhor e sem exagero, começou a falar coisas picantes, conversando durante nossas transas e onde Marcelo pedia para imaginar outros homens. No inicio me assustei - como se estivesse traindo ele ...rsrs... mas não passava de fantasia, definitivamente nunca passava pela minha cabeça traí-lo mesmo sabendo que estou acostumada a chamar atenção dos homens pela aparência e gostar de vestir usando roupas sensuais quando saio.
Levamos uma vida estável e tranquila, e quando Marcelo trabalha quase o dia todo, fico em casa vendo filmes já que tem uma remuneração boa portanto temos uma vida financeira tranquila mas isso foi mudando na Pandemia onde ele se afastou de mim e fiquei receosa o que ele fazia toda a noite em frente ao computador.
O amo muito, e nossas transas são maravilhosas, ele tem um vicio que eu no inicio não gostei e descobri, Marcelo assistia filmes pornôs escondido de mim, quando numa certa noite, esperei ele levantar da cama e resolvi procurar caladinha e fui atrás dele para ver o que tanto escondia indo de pé em pé. Nisso ouço ele conversar com alguém pelo Skype e quando abro a porta da sala, pego na maior cara de pau ele assistindo filme pornô e masturbando...
Ele estava sentado com a mão no pau batendo uma punheta olhando o vídeo, mordendo os labios e se aliviando naquele ato, fiquei em choque, mas depois relaxei, deixei ele continuar, fiquei molhada, ele batendo com vontades e aquilo foi me dando muito tesão, tive que interagir, vendo um negão transando com uma menina e outros negros. Ele tomou um susto e fiquei perplexa e muito puta. Minha cabeça fervia de raiva dele vendo aquele tipo de filme ... parecia estar me entregando para outros homens de mão beijada né? Será que ele estava refletindo bem sobre o que estava fazendo? Meu marido não sentia ciúmes de mim não? Fiquei pensativa e resolvi sentar do lado dele e assistir ao filme pornográfico também.
acabamos transando e no meio de uma transa, ele dentro de mim, no meio da transa, aconteceu algo que me deixou muito preocupada, meu marido começou a falar e imaginando que era outro me comendo, tornando nossa ,transa mais picante e deliciosa e perguntou se não aceitaria ser penetrada por outro homem com um membro maior, e me assustei com isso veementemente disse que não já que ele tinha sido meu único homem e nem tinha como comparar sobre tamanhos de pintos, mas desconversei e terminamos a transa. Acontece que dai pra frente ele passou a insistir tanto e a falar nisso e eu sempre negando, achava que essa história era para estimular seu tesão mas é claro, me excitava muito também, dai passei a brincar também chamando ele por outros nomes de homens, dizendo que queria um negão bem pintudo me comendo igual vi no filme e ele assistindo e a gente gozava gostoso com essas fantasias criadas por nós, com o passar dos dias, notei que o Marcelo só estava vendo filmes pornográficos de negão bem dotado comendo garotas brancas.
No dia seguinte perguntei porque ele fez aquilo, ele desconversou se desculpando pelo fato, mas pedi a ele para não colocar mais nomes conhecidos e próximos em nossas fantasias sexuais.
e em mim, mas em mim também, então, escolhi um horário que ele não estava em casa para navegar pela Internet e ver o que estava acessando no dia que peguei ele batendo punheta na sala. Estaria ele me traindo ?
Esses pensamentos ficaram na minha cabeça e ele quando havia descoberto os sites e o anuncio que fez, agi naturalmente, como se nada tivesse acontecido, e quando vimos o vídeo que ele recebeu onde a mulher estava com vários homens e percebi que estava muito excitado.
Várias sensações percorreram meu corpo e fiquei mais curiosa ainda com medo dele chegar a qualquer momento e ver ... Pude ver homens se masturbando e eram lindos...
Tive todo o cuidados para não ser flagrada por ele e fui apagando meu rastro nos registros e históricos da navegação...
Mas antes teriam que seguir algumas regras básicas, como serem discretos e extremamente sigilosos, sadios, safados e de atitudes pois éramos iniciantes, de família tradicional e seria uma grande oportunidade para realizar seus desejos...
Comecei então a conversar com outras mulheres casadas para entender um pouco mais desse mundo e entrei em salas de bate papo virtuais.
Essas mulheres já eram adeptas ao estilo de vida "Hotwife" e foram unânimes em afirmarem que tanto as sensações de ser humilhada como ser uma escrava sexual de outros homens era algo maravilhosamente formidável e excitante, mas que todas preferiam serem escravas ou submissas, pois gozavam mais profundamente.
A minha tendência também estava se firmando em ser uma escrava, queria sentir todas as sensações possíveis. Meio egoisticamente nessa hora não estava pensando no meu marido nem em seu prazer, mas somente no que iria sentir, e já estava gostando do papo. No fundo, sabia que meu marido também sonhava em ver naquela situação e isso representou um marco decisivo na minha vida pois apesar de ser toda certinha, tímida e ter uma família maravilhosa, ainda tinha medo de sair da rotina de "dona de casa" que cuidava dos afazeres domésticos.
Logo eu, que sempre fui a favor da fidelidade e avessa a traições. Vi que ele visitava sites pornográficos "Cuckold" e "Hotwife" buscando encontrar homens "Comedores e Alphas" e isso subiu em mim um calor enorme e confesso que fiquei com medo no inicio, mas depois, percebi que era homens safados e fiquei extremamente excitada. Meu maridinho desejava ser corno manso mesmo e aquilo me alucinou tanto frente ao perigo que instintivamente passei a me acariciar.
Acariciava com toques suaves vendo homens que meu marido teclava e achava aquilo muito louco e perigoso. Apesar da minha timidez, não imaginava ser algo proibido ser tornando real.
– Tem mesmo vontade de ver-me com outros amor?
Ele me olhou meio sem graça, mas respondeu:
– Deixa isso pra lá Tuc. Respondeu ele.
– Se quiser podemos imaginar. Sugeri.
– Mas apenas imaginar?
Incrivelmente ele queria mais que imaginar e já cogitava um par de chifres dizendo que iriamos alcançar níveis mais altos de cumplicidade e prazer. Finalmente concordei em entrar na brincadeira…rs e comecei a provocá-lo. Falando ao seu ouvido:
- Sabia amor, que vou fazer você de corninho??
Ele ficou alucinado e disse que deseja muito me ver sendo putinha de outros. Fui chamando de corninho e ele ficando maluco. Com coragem, comecei a falar nomes de homens e imediatamente meu marido ficou louco... sabia agora que ele tinha mesmo vontades de ser Cuckold e passamos a assistir o vídeo vendo as cenas e aos poucos minha mente começava a entender suas fantasias. Fui me transformando e meu marido apreciando meu “crescimento” e como um vicio, ficava pervertida vendo as cenas que envolvia a relação.
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